Oiii, Nurses!!
Já que falamos sobre vacinas no post anterior, quero saber: Você conhece o Programa Nacional de Imunizações (PNI)?
Ele é coordenado pelo Ministério da Saúde, de maneira compartilhada com as secretarias estaduais e municipais de saúde, impactando os campos: político, epidemiológico e social, além de ser uma das mais importantes intervenções em saúde pública!
O PNI segue os princípios doutrinários do SUS!
Equidade: a oferta de vacinas ampliada, campanhas e estratégias que alcançam grupos de todos os ciclos da vida e com proteção para mais de vinte doenças;
Universalidade: a oferta de imunobiológicos para todos os grupos da vacinação; Descentralização: a rede de atenção atua de maneira articulada, hierarquizada e integrada, com estipulação de metas, normas e resultados, atuando nas três esferas do governo e garantindo vacinação para todos.
Conquistas após a implantação da PNI:
- Publicação do primeiro CNV composto por quatro vacinas obrigatórias para o primeiro ano de vida;
- Redução de doenças como difteria, tétano e coqueluche.- Cenário epidemiológico de doenças imunopreveníveis melhorou – erradicação de poliomielite, rubéola, rubéola congênita e tétano neonatal;
- Incorporação de novas vacinas a partir do ano de 2006;
Desafios do programa
- Grupos anti-vacina: formados principalmente por questões ideológicas, religiosas ou culturais, que disseminam informações equivocadas para a população, causando rebeliões populares.
- A “hesitação em vacinar” é considerada como uma das maiores ameaças globais à saúde, segundo a OMS;
- Estabelecimento de parcerias fortes com estados e municípios, sociedades científicas, entidades públicas e privadas, organizações governamentais e não governamentais para garantir adesão da população;
- Irregularidade no fornecimento de imunobiológicos decorrentes de problemas de produção;
- Com a baixa adesão na vacinação infantil, especialmente em 2018, houve acúmulo de susceptíveis e retorno do sarampo que já havia sido erradicado;
- Segundo avaliação dos índices, cada vez mais está se perdendo a oportunidade de garantir completude do calendário da criança em tempo certo;
- Fake News disseminadas contribuem para a não adesão às vacinas;
- Necessidade de disseminação rápida de informações e extensão da vacinação no país.
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